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Certas ideias me assombram
Aparições insensatas
Setas ao longe apontam
Em direções incertas
Sete pessoas me assustam
Seitas a portas fechadas
Um tiro no escuro
A contemplação por cima do muro
Um porto inseguro indica
Outra rota sem saída
Quem vai contabilizar a dor?
Seja lá quem for posso adiantar
A dor não se mede sem se machucar
Também Fiz questão de reclamar
Meu devido lugar
Acesso livre ao coração de alguém
O amor não se pede
O amor simplesmebte se dá
Quando a gente se dá também
Certas promesas me assustam
Sete pessoas me enccantam
Qualquer razão explica
Nossa falta de certeza
"De todos os eus que conheço o único que realmente confio é aquele que eventualmente invento."
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
3D
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Códigos, dígitos, senha de acesso
Eu confesso que nem sempre estou
Conectada a você
Às vezes eu travo, baby
Esse seu jeito todo especial de ser igual
A tudo que desejo
Você parece até verdade
Eu Te invento, eu te movimento em 3D
Eu até refaço você com cores alternativas
Esse seu mundo flexível é irresistível
Mas deixa eu te falar:
Eu prefiro estar de fora, baby
É treva te deixar passar assim
Por isso guardo você em mim
Do jeito que quero
Códigos, dígitos, senha de acesso
Eu confesso que nem sempre estou
Conectada a você
Às vezes eu travo, baby
Esse seu jeito todo especial de ser igual
A tudo que desejo
Você parece até verdade
Eu Te invento, eu te movimento em 3D
Eu até refaço você com cores alternativas
Esse seu mundo flexível é irresistível
Mas deixa eu te falar:
Eu prefiro estar de fora, baby
É treva te deixar passar assim
Por isso guardo você em mim
Do jeito que quero
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
A Tesoura Sobre a Mesa
A Tesoura sobre a Mesa
Ele deixa pedras atrás da porta
E quem suporta o dragão que habita
Na sua cabeça?
Inocente e indefesa ela deita nua
E espera o vulto passar
Espera o vulto passar
Tem horas que não dá pra voltar
Se é pra me machucar
Deixe que eu escolho a lâmina
Deixe que eu mostro o lugar
Onde o dano é irreversível
Ele arranha o rosto
E espera o vulto passar
Espera o vulto passar
Onde o dano é irreversível:
Meu coração terça-feira, 18 de outubro de 2011
19056
O susto já aconteceu
É hora de voltar
Seja lá pra onde for
Tenho tanto pra ajeitar
Antes que o teto desabe
E o chão me falte
Quando o céu escureceu
Não dá pra adiar
Feche os olhos pra dormir
Outro dia vai chegar
Deixe que a luz da casa
O último apagará
Essa dor também se afastará
Quem vai ligar pro final?
O fim é só uma ideia
Na sua cabeça
Agora já deu
Agora adeus
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Atlântida
Este silêncio hostil
Diz tudo que meus lábios não falam
Este silêncio hostil
Esconde o grito que me calam
Esta índole vil é o que nos resta
Pela janela do seu quarto
Teu hátilo embaça o vidro
Eu ainda posso ouvi-la
Sussurrando baixo em meu ouvido
Esta febre que me queima
Não arde tanto quanto deveria
E se meu sangue é esperança
Quem me salvará desta hemorragia?
Mas eu sei que isto é apenas uma fase
Que descança mas nunca termina
E me entrego a qualquer regra
A dogmas, leis ou doutrinas
Eu ainda posso vê-la caindo neste vasto precipício
Eu ainda posso senti-la sorrindo pelos cantos de um hospício
Eu vejo o dia acordar enquanto esperava o sono
O que é seu não me pertence
E o que é meu em suas mãos agora eu tomo
Não é só a intenção
E sim a conclusão de seus atos
Já não sei o que dizer, já não sei o que fazer
Mas mesmo assim eu faço
Eu vejo o dia acordar enquanto esperava o sono
Mas mesmo assim
Diz tudo que meus lábios não falam
Este silêncio hostil
Esconde o grito que me calam
Esta índole vil é o que nos resta
Pela janela do seu quarto
Teu hátilo embaça o vidro
Eu ainda posso ouvi-la
Sussurrando baixo em meu ouvido
Esta febre que me queima
Não arde tanto quanto deveria
E se meu sangue é esperança
Quem me salvará desta hemorragia?
Mas eu sei que isto é apenas uma fase
Que descança mas nunca termina
E me entrego a qualquer regra
A dogmas, leis ou doutrinas
Eu ainda posso vê-la caindo neste vasto precipício
Eu ainda posso senti-la sorrindo pelos cantos de um hospício
Eu vejo o dia acordar enquanto esperava o sono
O que é seu não me pertence
E o que é meu em suas mãos agora eu tomo
Não é só a intenção
E sim a conclusão de seus atos
Já não sei o que dizer, já não sei o que fazer
Mas mesmo assim eu faço
Eu vejo o dia acordar enquanto esperava o sono
Mas mesmo assim
Ignoro o meu engano
E a cada dia um oceano
Invade minha atlântida
E a cada dia um oceano
Invade minha atlântida
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